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Mensagens

Janeiro - José Régio - January

Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do orçamento,
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
José Régio .................... ......... ...
 Com Régio a actualidade torna-se presente sempre. Impressionante como tudo se repete e tudo fica na mesma...
O decreto da  fome persiste, e tudo continua igual.
Henrique Padinha Colaborador

Por Dentro Das Palavras Que Dormem - Inside Of Words That Sleeps

Dedicado aos portadores da Sindrome de Down e suas familias
que agora já contam com  pesquisas medicas,que despontam prevenção/cura.

Também publicada no PEAPAZ

Defronte do espelho -In front of the mirror

Coisa esta que me acontece, olho o espelho, o que vejo: Sulcos no rosto, aspecto sofrido. Aqui cheguei e o que permanece, cada marca, onde nela revejo o longo caminho já percorrido, A realidade, então, se desvanece
Penso que - aquilo ali reflectido, continua sendo aquele tal rapaz, alegre, cantando a sua juventude, livre ,por nunca ter sido contido, flamante archote na mão, pela paz: no mundo em qualquer latitude, por, em difícil tempo, ter vivido.
Fugaz momento, aquele deleite A dura realidade se me apresenta: De novo,os sulcos no meu rosto. Marca do tempo, bem pouco aceite Preconceito - aquilo que representa ignorância, ignomínia – que desgosto! Nada que justifique nem que enfeite
Nesta sociedade de competição bravias lutas, muitos ficam para trás. A falta de respeito pelos mais velhos. Os ouvidos fecham, não escutam a lição. Esquecem tudo, num frenesim voraz, isolam, não se veem nos espelhos. Posturas de vida, sem remissão.
Então eu penso: Que, as minhas rugas- realidade reflectida naquele espelho, são estradas…

Desperta Portugal !! - Awake Portugal!

“ O mal de sermos um povo que não se quer meter na política é que a deixamos para eles e eles não querem deixar nada para nós”. ´ João Geada – Jornal Público, 22 Junho 2013.

Acordem portugueses! Henrique Padinha Colaborador

Platoon As Flores Sabem De Nós + Platoon The Flowers Of Us Know

Cada vez aperta-me o ser, extraindo ao máximo minha tentativa de percepção
do justo, do incoerente e do que pode ou não ser lucidamente correcto.
Tamanha tragédia que até actualmente de sua maldita semente nasce descendentes
Remexer no limiar da coragem uma chaga antiga e duradoira que ainda sangra dores horrivelmente.
Silêncios comodistas ainda reinam.
Observando o mundo ao redor
Ouvindo a vida imposta que sente-se debilmente atulhas!
O abandono e a maldade dessa corja ao humano já tal fragilizado impera!!!
Em seus desmandos obscenos d’uma furía violenta na posse idiota da cobiça materialista.
O ter é diferente de o ser?

Poderia ser ambos em um só dependendo do estado em que encontra-se o feitio do sujeito em questão. Vivemos a pior do que todas as guerras
Independentemente se a primeira ou segunda, não importa.
Os actos são mais impingidos com uma requintada inteligência
Voltada para a mais pura de todas as maldades
O pior é que a tecnologia e a malta ajudam em fest…

♫ ♫ ♫Um Dos Maiores Tesouros De Portugal - Maria Teresa de Noronha - One Of The Biggest Treasures Portugal - Мария Тереза​​-ди-Норонья-Saudade Лонгинг -

D. Maria Teresa do Carmo de Noronha Guimarães Serôdio (Paraty) (Lisboa, 7 de novembro de 1918Sintra, São Pedro de Penaferrim, 4 de julho de 1993) foi uma fadistaportuguesa.
Proveniente de uma família com raízes aristocratas, era filha de D. António Maria de Sales do Carmo de Noronha (Lisboa, 20 de Janeiro de 1880 - Lisboa, 2 de Fevereiro de 1954), 430.º Sócio do Clube Tauromáquico, e de sua mulher D.ª Maria Carlota Appleton de Noronha Cordeiro Feio (19 de Setembro de 1889 - ?), cujo casamento se realizou em Lisboa, na paróquia da Pena, em 6 de fevereiro de 1904. Era bisneta, pelo lado paterno, de D. João Inácio Francisco de Paula de Noronha, 2.º Conde de Parati, e de D. Vasco António de Figueiredo Cabral da Camara, 3.º Conde de Belmonte, e, pelo lado materno, descendente dos Condes dos Arcos. Foi casada com José António Barbosa de Guimarães Serôdio, 3.º conde de Sabrosa, também ele um grande admirador do Fado e guitarrista amador.
Mostrando desde cedo uma grande aptidão para o

Por Um Sorriso Teu, Uma Lágrima Minha -For Your Smile, A Tear My

Me interrogas – Me espreitas: Tranquilamente, vais sondando O que sinto, aquilo que penso. Na quietude das contas feitas, Tempo parado, que vai desandando. No derrapar do que ainda venço
Quando para mim sorris
No  teu doce olhar então repouso Sereno, assim vou ficando Esquecendo o que tanto percorri, Doce brisa, gaivota solta do pouso. Para terra firme ela vai voando: Do temporal fugindo - Me abrigo em ti
Quando para mim sorris
Tudo em mim é alegria, sortilégio Porque a vida é para ser vivida O meu presente é o meu futuro, O passado que vivi é privilégio Por um sorriso teu trocarei à partida Lágrima minha - Pela dor que assim curo
Quando para mim sorris


Hélder F.D Gonçalves