Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

No Confronto Do BEM E Do MAL

As dicotomias da vida, estão bem definidas
no confronto do BEM e do MAL e do ressurgimento
de outra vida.
Revejo-me no pressuposto que:
Quando batemos no chão, e nada mais temos onde
nos agarrar, sem a mão estendida que nos ajude,
ainda pode existir um lampejo de esperança
Uma pequena luz que nos indique o caminho
A forma como nos podemos erguer.
Aconteceu comigo: então, aí, surge outro "EU",
bem diferente daquele que estava caído,
exausto,desprendido,desiludido,com a alma seca
que nem um deserto!
Esse outro "EU”, nasce diferente, mais forte,
bem curtido pela dor.
O seu olhar torna-se mais abrangente por tudo
o que anteriormente não queria ver - de repente,
dentro de si, instala-se :
Uma paz
Uma serenidade
Uma receptividade superior em ouvir, escutar atentamente,
desculpar o que anteriormente lhe parecia imperdoável.
Sim...
Quando descemos até ao último degrau e por qualquer
razão imperceptível,saímos do aterro
A nossa alma fica temperada, desnuda da roupagem
em…

Como Matar Uma Barata!

Dê STOP No Play de música no topo da lateral  e premir o play da Barata!




Fotografia:Arquivo Pessoal

Arroz de pato à portuguesa

1 pato grande250g de arroz1litro de água1 cebola média100g de toucinho (bacon)150g de presunto250 g de chouriço1 cenoura média50g de manteiga6 grãos de pimentaSal e gema Modo de preparo
Até as asas e pernas do pato já depenado, chamuscado e limpo. Faça um caldo com os miúdos, a água fria, o sal, a pimenta, a cebola e a cenoura ás rodelas, o toucinho, o presunto e o chouriço inteiro. Estando tudo cozinhado, retire as carnes e introduza o pato. Quando a ave estiver quase cozida, retire-a da panela, coe o caldo e cozinhe nele o arroz. Trinche o pato e coloque-o numa assadeira de barro que vá ao forno e à mesa sobre uma camada de arroz. Cubra com o restante arroz, alise bem a superfície e regue com manteiga derretida. Pincele com gema e enfeite com o chouriço cortado às rodelas, o presunto, o toucinho às tiras e os miúdosdo pato cortado às bocados. Leve ao forno o tempo suficiente para a superfície do arroz corar.  Rendimento: 4 porções Tempo de preparo: 1 hora e 25 minutos Dificuldade: …

I LOVE YOU

Nos teus braços abertos.  Eu me entrego..  Repousarei no teu colo,  eternamente,  na míngua de um consolo. 
I LOVE YOU 



Hélder Gonçalves
Fotografia: Arquivo Pessoal




DIANTE DO ESPELHO

Querida Loubah

Estar diante do espelho é um olhar para dentro de nós – aqueles que o fazem, têm de ter a coragem para ver a imagem que lhe é devolvida. Não ter medo, pelo que essa imagem irá reflectir, como um passado, onde se guardam as boas e as más consciencias. Aí, está precisamente a virtude, como iremos avaliar e ver essas imagens, também, como elas poderão contribuir para o renascimento de um outro “eu” - a coragem de corrigir, no futuro, o que de errado nos apercebermos ter feito. A coragem de nos renovarmos, a partir de uma experiencia saída das nossas auto avaliações tentando seguir o nosso caminho, sublimado pela consciencia nitída dos nossos tropeços e nos erros que cometemos, dando-lhes sim, o lastro para seguirmos em frente noutra postura, em que os valores adquiridos sejam repostos e, então, continuados, numa completa obervação e discernimento da dicotomia, BEM e MAL

Então o espelho, certamente, irá dar-nos aquela imagem que procuramos nele: a imagem da tra…

O TAL POEMA A SOFIA

E tudo nasceu com um poema! naquele dia – senti, de repente - a tua falta, ficaste ausente. Sem adeus, partiste. Vazio o teu lugar em alvoroço, andei teus caminhos, caminhei sem querer perguntar. Silencios! Saudades,tantas a aumentar. Com meus gritos murmurados, portas fechadas, contei. Ninguem, sem nada para dar. Então! Verbo nasceu, aí encontrei: alívio na forma, da maneira de expressar. O tal poema que transforma todo o silencio. Em espuma , em sonho que se vai realizar. O teu amor nasceu, reconhecido! Por alguem - não sabias mas que sempre ficara em silencio, longo tempo a esperar. Então, amor nasceu, Do tal poema, aquele que te consegui dar!

Dedicado a Ronilda David Hélder Gonçalves 12-06-2012 Dia dos Namorados

Porque só vivemos... Uma Vez