Avançar para o conteúdo principal

Sinopse do Livro:Alfama do Autor;Hélder Gonçalves.






O livro Alfama nasceu de momentos de nostalgia, em horas crepusculares, onde o autor traz a tona com doçura todo o cenário  em partes revividos das partilhas de sua avó,em partes revividos por ele mesmo.
É uma obra que torna atemporal e imortal todo o esplendor desse Bairro Lisboeta, que até nos dias d’oje encantam os portugueses e gentes de todo o mundo.
Passa-se n’uma época em que as pessoas viviam realmente o senso familiar, onde era evidente a hierarquia familiar, o trato de cada componente e o esmero em tudo aquilo que se dispunha a fazer, pois as pessoas interagiam com calma umas com as outras,conselhos e opiniões eram não só ouvidos,mas acatados com respeito e gratidão.
Os principais personagens é a Elvira e o Carlos, cada um nascido e criado em classes divergentes da sociedade portuguesa, enquanto Elvira procedia de uma família de pobres operários, onde nasceu e  cresceu na casa dos avós juntamente com sua mãe e seu irmão.
Carlos vinha de uma família pequena burguesa, morando no bairro da Graça onde cresceu com todos os privilégios de um rapaz bem nascido. Pelos ditames do destino, como é costume dizer-se, o encontro deles foi escrito pelas estrelas, dai desse amor à primeira vista  nasce a expressão do passado, harmonizando com o presente de um jeito muito singular.
Eram tempos duros, de sobressaltos, pois imperava  um total desregulamento no setor do trabalho e da classe do operariado, sem leis nem sindicatos, onde tudo poderia ser interpretado de forma distorcida ou de acordo as conveniências do patronato
Passa-se pelo nascimento de umas das mais requisitadas Casa de Fado de Alfama, a doença do irmão de Carlos, a prisão do irmão de Elvira  pelos esbirros da polícia política, o nascimento do primeiro filho do casal, os encontros, desencontros dos personagens transitórios, porém importantes no desenrolar de todos os acontecimentos.


No decorrer da leitura dessa obra cujo teor humanista, acede  de forma extraordinária ao psiquismo do leitor, pois aciona toda a capacidade cognitiva para as explanações tanto descritivas, como argumentativas dos personagens,dos suas escolhas de vida, das suas derrotas  e conquistas, sonhos e desgostos.Vai-se passando pelo encanto da juventude corajosa e sonhadora  e da passagem imperceptível do progresso onde se criam laços de ternura,cuidados e no final de uma deliciosa saudade de um tempo precioso,que deixou como legado futuras gerações,para sempre eternizados na lembrança e na escrita do punho de um dos seus filhos o Poeta e escritor: Hélder Fernando do Carmo Gonçalves.
A obra Alfama promete e cumpre uma leitura especial, fluída, leve e com uma alternância entre fotografias p&b de pontos estratégicos na Rua dos remédios e pitadas saborosas de humor, paixão,coragem e sobretudo perseverança na mensagem onde enfatiza o poder que a família e a sociedade exerce na percepção de uma criança antes de nascer e no decorrer de toda sua vida futura.

 Editora Origens

Mensagens populares deste blogue

Do hábito biscoitos d'açúcar

De pedaços de poesias 
Fiz uma nuvem de melodias 
No mundo de suaves revoadas 
Valsando em asas encantadas 

Nas palavras erguendo magias 
Dançando sons em rapsódias 
De paixões fragmentadas e fugidias 
Acolá, chegarei com outras histórias

Nos passos -  Carinho ao aconchegar 
Com doçura que imagina minha mente 
Meus sentidos se elevam  ao prestar 
Em compasso de superação finalmente! 

De Ti em mim sonhos... 
Infinitamente. 

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬













Honradez

Honradez... Tua Manta De Diamantes
Amanheça Para a vida, Para o melhor quetem Respeita a aliança Acredite que adiante O real do que éseu legado Espera...
Amanheça Para a boa vontade de Dar as mãos E o perdão, compartilhar Os sonhos Os sorrisos O pão...
Amanheça E dê avocê, perdão Porque o erro reconhecido É acolhedor para a alegria Da humildade que afasta a tristeza ... E traz a esperança de que... Hoje, vai dar certo!

sorridente, calada e persistente.

Era para ser ao contrário dessa fumaça, que assoprada ou mesmo inalada se vai... Era para ser volátil como um passe despercebido de mágica. Era para ser apenas alguns segundos de choro, de lágrimas vazias de alegrias, preenchidas de solidões vis. Era para ter sido, mas nunca foi, pois sempre é... Essa dor corrupta, invasora, que desdenha da minha confusão por não compreender, as razões da vida em impor ela em mim, como carrasca sorridente, calada e persistente. Era para ser uma nesga do que passou e dormiu no tempo, mas vejo que é meu presente: Resistente, crítico e decadente.

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬