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Música de fundo FELIZ NATAL AMIGOS!

domingo, 31 de agosto de 2014

DOMINGO ESPECIAL...




Hoje vim falar dos nossos amigos Ronilda e Helder, criadores deste espaço especial, onde conseguimos reunir as pessoas mais sensíveis e criativas.

Vim deixar para apreciação de todos, que aqui passarem, um vídeo que fala do trabalho do poeta Helder Gonçalves e dos suas obras publicadas.

Espero que gostem desta entrevista realizada pela Roni - Loubah Sofia, onde a descontração e o carinho deste casal nos faz saber que a poesia transcende todos os espaços.



OUTONO 


Folhas soltas, 
cor de cobre, 
no chão varridas pelo vento: 
retalhos de esperanças caídas, 
galhos de ilusões em tormento, 
premonições em mim sentidas 
Outono - em tudo sou pobre! 
No teu corpo me aconchego. 
Em teu abraço me conforto. 
Do teu consolo vou vivendo. 
Recordações? - o meu sossego; 
no teu peito, em bom porto: 
saudades de mim vou tendo! 

Hélder Gonçalves/Docarmo 
Nov.2012

Um excelente domingo a todos!!!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Curiosidade da linguá que nós falamos.byLu Cidreira




De fato, a língua portuguesa é muito complexa e pode causar alguns embaraços
A nossa língua falada é responsável por nos deixar algumas vezes em situações constrangedoras. Isto se deve ao simples fato da sua complexidade não se ater somente às minuciosidades gramaticais, mas também às particularidades da língua falada.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Vem ouvir o silêncio meu amor...


                        
Vem ouvir o silêncio meu amor...envolto neste frio Outono
No entardecer da ilusão...deixa-me sentir o perfume do amor
Pousa as tuas mãos no meu corpo e o teu nome no meu sonho
Escreve com letras de ouro a solidão e murmura-as com ardor

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Dez Vidas by Caio Fazolato


Transbordar de amor
Numa vida só
Viver de amor
Por uma única mulher

É viver dez vezes
É amar dez vezes
É multiplicar-se...
numa só vida
Mulher!

Será mesmo possível
Viver com tanto amor
E diariamente prover isso?
A minha vida divide a sua
E te amo por outras vidas
Nessa mesma apenas

Vida que são tantas
E te amo pela aurora
Te amo pelos pássaros
Te amo pelo caos urbano
Te amo pelo mar da cidade litorânea
Te Amo pelo verde da cidade rural
Te amo pela efervescência e pelo nervosismo
Antes de ver-te linda!
Efervescência que aliás é a bateria
A força que me alimenta é inexplicável
E por isso te ver e ficar calado é normal
pois as dez vidas querem se manifestar
ao mesmo tempo,
e o computador do raciocínio fica lento

Portanto o silêncio
é a mutualidade do som da sua voz
Transbordar, Trasbordar
A Metáfora cai no chão
assim como a água se perde no copo
e transborda ao solo
Que por sua vez o fertiliza em harmonia com o sol
E ocasiona a eflorescência

Se um dia meu espírito saísse do meu interior
E dissecasse esse sentimento
Concluiría o porquê de tamanha exaustão:
Todo dia nasço e morro
Nasço intensamente e morro da mesma forma
É o amor que no fundo da alma
torna-se exaurível,esgota minhas energias
No entanto revigora o desejo de ser feliz
Ah! Unificai a tua alma a minha
(A pilha motor é incansável, trabalha a geratriz)
A verdade é que nasço e morro diariamente
por te amar de uma forma diferente

Além do horizonte é a luz da minha alma
Sou dez e Te amo por milhões
E talvez issso explique
um silêncio sincero

Porém o crítico do amor
olhará esse poema como apelativo
Por isso lhe digo:Estás certo meu caro
Amar além de uma vida de fato é apelativo
Mas nessa apelação eu me jogo de corpo e alma
sem nenhum receio a este amor,
porque uma única vida é muito pouco
para quem tem dez vidas

E nesse instante atingimos a marca da meia noite,
Agora pessoal irei morrer
Para nascer novamente
Para amar novamente...

                                               Caio Fazolato
                                          Integração Histórica




sábado, 23 de agosto de 2014

Saudade! by Patrícia Pinna



Minha saudade de ti é sempre insegura, obscura
Palavras de dor e desalinho percorrem minha mente
Vagueiam esperando um carinho teu puramente
Meus olhos não repousam na certeza do amor, amargura

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Meu Caminho por Hélder Gonçalves







Caminho, agora, sereno,
Pela estrada da vida.
Seguindo
Com os meus silêncios.
Paz interior.
Os meus  sonhos,
a minha verdade…
as certezas do que faz sentido,
na tranquilidade dos justos.
Assim, alcançar as estrelas
Na ímpia solidão
Da fé ausente
Procurando o Divino
Para aí parar!
Na bagagem – a beleza,
refletida pelo  teu olhar:
tão bonito! –
que me prende
me abraça
me amarra

e me faz ficar!



Desenho de Ronilda David



domingo, 17 de agosto de 2014

Ocaso by J.R.Messias



Sentimentos lúgubres
assaltam-me saudoso
na indolência ociosa
de um anoitecer vazio





Espírito ausente


corpo dormente
lembranças ardentes
leito descontente





Tardes, saudades, ócio


mesclam meu tormento
espelham o íntimo
de um amor exilado





Ausente, carente, ávido


excluso de teu carinho
exausto dessa solidão
exposto ao destino.





                    J. R. Messias



Imagem: arnobiorocha.com.br

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Corações laçados

Imagem da web

Venha mais perto de mim
um pedido quero te fazer
será mais ou menos assim
a maneira que vou lhe dizer

Quando os lábios tocarem
sinta o sabor transbordar
dos beijos ao amarrarem
nosso gesto de se amar

Assim diz meu eu a você
e o quanto eu quero ficar
do teu lado eternamente

Eu vou lhe contar o porquê
você conseguiu conquistar
o meu coração gentilmente

Por +Sun Torres 

Blogs:

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Lembra-te de Mim...by Rosa Solidão

                                                    
                                                
Lembra-te de mim...quando ouvires o pranto das rosas...eu parti
Quando nos teus sonhos não sentires a ternura do meu coração
Quando o silêncio gritar...sou eu amor do céu a chamar por ti
Quando ouvires um triste fado...são os ecos da minha solidão

Lembra-te de mim...quando a noite chegar e o sol se esconder
Quando ouvires o pranto da madrugada...é o eco minha saudade
Quando sentires na boca o perfume das rosas...sou eu a morrer
Quando ouvires o meu nome...esquece-o...já se fez eternidade

Lembra-te de mim...quando a poesia não gritar meus lamentos
Quando as minhas mãos nas tuas arrefecerem...sou eu a partir
Quando meus olhos ficarem mudos...apagados de luz sedentos
Quando sentires uma lágrima...é a minha alma para ti a sorrir

Lembra-te de mim...quando de mim nem um poema restar
Quando dos meus dedos inertes...se esfumarem as prosas
Na minha boca se calarem as palavras e deixar de sonhar
Quando sentires uma lágrima...sou eu a ir com as rosas

Lembra-te de mim...quando ouvires um magoado lamento
Quando sentires no teu corpo calor...é o meu que te quer
Quando os teus olhos chorarem...sou eu a ir com o vento
Quando ouvires o silêncio...são os meus braços de mulher

Lembra-te de mim...quando na noite olhares a lua...sou eu
É o meu rosto que vês...envolto no sorriso do meu olhar
Quando adormeceres...recorda quem por amor se perdeu
Sente-me nas gotas de chuva...quando a saudade te tocar

Escrito por : Rosa Maria



sábado, 9 de agosto de 2014

Templo Meu! by Patrícia Pinna


Não provo da arrogância
Ofertada pelos lábios teus
Prefiro a melodia suave
Que enquanto desnuda-se feliz
Entoa nos cálidos ouvidos meus

Vivenciando a sorridente saúde
Através do sagrado alimento
Levado pelo sangue quente
Fazendo-me levantar lentamente

Respirando sincera humildade
Confiante nas minhas libertárias escolhas
Expirando qualquer maldade
Observando que o meu templo
É um lugar de bondade

Comigo somente morará
Quem o bem quiser fazer
A fim da alma não perecer
No precipício do desequilíbrio
Pairando no ar a ausência da paz

Quero vislumbrar as luzes coloridas
Envolvendo o meu espírito diariamente
Canal aberto para falar com Deus
Conquistando mansamente
Um olhar seguro para o firmamento
Sem enxergar as nuvens outrora cinzentas!

                                                                           Patrícia Pinna
                                                                 Redescobrindo a Alma




quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Eclusas by J. R. Messias


Amor saboreado,

na volúpia dessa tirania
que o tempo nos traduz,
na pressa de uma ternura fugaz,
na presença de um tormento atroz.
No compasso de uma harmonia,
coreografada em nossa seção "privé",
rogo pela tua boca, para dela sugar
o quantum de energia que de teu amor sempre busquei
nas horas mortas dessa solidão infame e gris,
na esperança de que, no estuário de minha vida,
possa ter o curso fluvial de minha paixão,
represado pela contenção vigorosa e rejuvenescedora
de teu abraço, de teu beijo e de teu mormaço,
onde o volumoso acúmulo dessa paixão, fluvial 
e caudalosa, possa, enfim, jorrar por todas as tuas comportas.


                                                      J. R. Messias



                                        Imagem: partedevoce.blogspot.com

domingo, 3 de agosto de 2014

Meu Amor


Meu Amor me ligou no dia do meu aniversário
Meu Amor mudou todo meu itinerário
Meu Amor me fez descobrir que há muito tempo eu já amava
Somente através de expressões eu verbalizava .
Hoje eu Verbalizo naturalmente
A mulher que amo é o meu presente.

Foi preciso transcorrer o tempo
Foi preciso vencer gerações
Para saber , que o amor estava em movimento
Para saber , que o infinito não tem limitações .

A diferença se torna compatível
Quando o sentir se sobressai a idade
O amor vence o preconceito
E quebra o padrão de sociedade
Mas ao olhar profundamente em seus olhos,
Brilha , brilha uma luz que voa à Sabiá e à Cotovia
A minha alma se reflete dizendo : Que o meu amor fertiliza em poesia .
E tudo me encanta . . .

No princípio da vida
Nascemos juntos , nossas almas se encontram
Formando apenas o mundo .
Mergulhaste na imensidão do meu oceano , meu amor : Alma !

Meu Amor me ligou no dia do meu aniversário
Dizendo que o amor se manifesta
De todas as formas .
Amar-te , meu amor , é amar a vida .
Desenhando um novo rumo ao meu itinerário
Tornando o caminho extraordinário
O de viver ao lado
No princípio da vida com o meu amor .


Autoria : Caio Fazolato /Poema escrito em Dezembro de 2010

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