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Música de fundo FELIZ NATAL AMIGOS!

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Na Aba da Lua



Estou pendurado na aba da lua,
aluando e sondando horizontes no espaço sideral.
Considerando o atual movimento lá em baixo,
acho que é mesmo feriado nacional!
  
As pessoas estão nas estradas dirigindo fuscas,
no lusco-fusco da noite buscando orientes;
orientando-se pelos seus desafetos e rusgas
rasgando caminhos, seguindo em frente.

Tento compreender a luta dessa gente estranha,
tamanha a fé, genuflexão, água benta e oração.
Em seus corações e mentes a dúvida é tamanha,
mesmo assim, consideram-se os donos da razão.
  
Pelas contas que faço, é o mesmo vetor,
algo invisível, que faz as coisas tão belas.
Pelas evidências, percebo que é ainda o amor,
que move este mundo louco e as estrelas!
  
Só mesmo daqui para perceber essa nua verdade!
Digo pra você: vou continuar pendurado na aba da lua...
                                                                              

Autor: Espedito Gonçvalves Dias (Profex)
Postado inicialmente em http://www.blogdoprofex.com
Escrito em 15/05/2003 às 23:45 h - Varginha-MG



terça-feira, 29 de julho de 2014

Curiosidade sobre o mel


O mel não estraga, segundo a FDA, órgão que regulamenta alimentos nos Estados Unidos. Mas, na verdade, o mel vence sim, geralmente em dois anos, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O longo prazo de validade está associado ao fato de que o alimento é um ambiente impróprio para a sobrevivência da maioria dos microrganismos. O mel tem cerca de 80% de açúcar e 17 a 22% de umidade, características que inibem a proliferação dos micróbios que causam sua deterioração, explica Bruno Souza, pesquisador do Núcleo de Pesquisas com Abelhas da Embrapa Meio-Norte.

Além disso, o mel é um meio ácido, com pH de aproximadamente 3,91 (para comparar: o suco de laranja tem pH 3,5). “Como se não fosse suficiente, contém peróxido de hidrogênio, conhecido popularmente como água oxigenada, capaz de proteger o produto contra a decomposição bacteriana”, acrescenta Fábia Pereira, também pesquisadora do Núcleo da Embrapa Meio-Norte.

Mas, ainda assim, o mel pode estragar. Se ele não for colhido e processado da maneira correta ou se o produtor não tiver cuidados com a higiene, ele pode fermentar, formando álcool ou vinagre. “Isso pode facilmente ser percebido pelo consumidor pelo cheiro alcoólico, sabor ácido ou mesmo pela quantidade de espuma presente no mel”, explica Fábia. O processo de envelhecimento pode ser acelerado se o alimento estiver exposto à umidade, à luz e ao calor. “Todos esses fatores são prejudiciais e ajudam no envelhecimento do mel, fazendo com que ele fermente (no caso da umidade) ou perca a validade mais rápido (no caso de luz e calor)”, detalha.

Além disso, como se trata de um alimento, sua composição se altera com o tempo. Existem alguns componentes presentes no mel que aumentam com o tempo de armazenamento, enquanto outros diminuem, explica a pesquisadora. Um dos compostos que aumentam é o HMF (hidroximetilfurural), considerado uma substância cancerígena.

Fonte: Superinteressante
Imagem Google meramente ilustrativa, não se assustem com a imagem do Belo entre a postagem, lá na Superinteressante heim?

domingo, 27 de julho de 2014

Deixa-me gritar em silêncio...

                                                 
Deixa que no silêncio da noite o meu corpo seja um regaço de pétalas...que o meu olhar te fale de amor e que a minha solidão descanse no teu peito...que as minhas palavras sejam a melodia que te embala...que os meus dedos se façam alvorada no teu corpo e a minha tristeza seja um poema por nascer.
Deixa-me adormecer na margem do sonho...na imensidão do tempo...inventar-me e inventar-te dentro de mim...deixa que acorde a noite e que te tenha sem te ter...que te ame sem te pertencer...que esqueça o frio do meu corpo no teu e as tuas mãos percorram a minha ausência...que o infinito seja o cais onde me esperas e a eternidade o lugar onde me deito...vazia de mim.
Deixa-me ser a brisa suave e serena a tocar os teus cabelos...um murmúrio de ilusão...eterna e fugaz rosa negra a tocar o teu rosto...deixa que a lonjura dos meus braços seja o teu eterno abraço...a tua madrugada serena...a tua noite sonhada...a minha ilusão perdida.
Deixa-me ser uma gaivota voando na solidão do entardecer...no limite do tempo...na ilusão da carne...deixa que a minha alma se desprenda de mim e desenhe o teu nome nos muros que me cercam...nas gotas de chuva...no murmúrio do vento...nas pétalas que me afagaram o olhar...no silêncio do meu corpo.
Deixa-me dizer-te do amor...da renúncia...dos anseios que se diluem no tempo...dos desejos por cumprir...dos devaneios dos meus sonhos...das lágrimas que afagam o meu corpo...das palavras escritas a sangue e esculpidas por dentro do silêncio que escorre das minhas mãos vazias.
Deixa-me dizer-te da ausência...dos gritos suspensos no meu olhar...da ternura que ficou presa nos gestos que pairam na solidão do meu corpo...nas cinzas da memória que trespassam a noite...das sombras...do silêncio das rosas...do azul por pintar...do mar por navegar...do deserto labírintico por dentro de mim.
Deixa-me dizer-te da solidão das gaiolas...da sepultura do tempo...do rio amargurado que corre nas minhas veias...das noites sussurrando desejos...das bocas nascentes de amor...do rio a escorrer dos meus desejos inventados...do grito de amor preso na penumbra do meu corpo.
Deixa-me falar-te do vento suave que me acariciou...da inquietação das marés...dos sonhos derramados por dentro da noite vazia...deixa-me em cada anoitecer...em cada amanhecer esquecer o passado e inventar o futuro abraçada nas asas do sonho...no silêncio do vento.
Deixa-me dizer-te que as rosas que me adornaram estão negras...e eu estou tão nua...tão morta na moldura de um tempo que se recusa a ser tempo...num poente que se recusa a ser sol...num amanhecer que o silêncio guardou...nas ilusões que se perderam de mim.
Deixa-me dizer-te que do ponto mais alto da minha solidão esperei por ti...nua de mim te esperei como se espera a vida...naufraguei como se fosse barco...amei como se fosse mar.

Escrito por : Rosa Maria
http://rosasolidao.blogspot.pt/
                                                             

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Quisera Eu by Caio Fazolato


Quisera eu poder te beijar
Do meu beijo uma força tamanha te curar
Quisera eu te abraçar
Do meu abraço sua nuvem cinza retirar
Quisera eu te olhar profundamente e do meu olhar
Sugar o pequeno mal em sua mente

Mesmo que custe a minha própria vida
Tornaria-me a viver feliz em outro horizonte
Por ver e saber que a sua vida regenera
A sua própria fonte
Ah Deus! Se me permitisse revirar a minha alma
Trocar de lugar com a minha amada
Aí sim, eu estaria bem

Quisera eu, sugar completamente o grande mal em ti
Passar para mim e em mim extirpar
Assim, quisera eu ver o mal como poeira se esfalecendo pelo ar

Quisera eu ser eletrocutado e não morrer
E poder ver o choque elétrico te fazer renascer
Como a última aurora na explosão cerebral
Nós, abraçados, contemplando a cura no céu celestial

Mas Deus de presente nos deu essa vida
O nosso poder é viver frente às adversidades
Não podemos reclamar
Nos cabe apenas lutar
No recanto eterno da nossa feliz cumplicidade.

                                                  Caio Fazolato
                                           Integração Histórica




quinta-feira, 24 de julho de 2014

Um Adeus Saudoso Para Nossa Amiga, Cris.



É com grande tristeza que a família R.O comunica o falecimento da amiga e colaboradora Cris Henriques
É sabido que a mesma estava enfrentando sérios problemas de saúde, e Deus a chamou para morar ao seu lado, fez com que ela não mais sofresse.
A morte é uma condição muito mais física do que espiritual, pois quando fazemos o bem nesta existência, a nossa vida torna-se eterna.
Continuaremos amando a guerreira e poeta, que sempre alegrou a nossa alma com seus escritos e carinho.
Creio que sua obra será imortalizada, assim como a sua amizade para com todos.
Neste momento, não há muito o que dizer, a não ser pedir a proteção de Deus para ela, o conforto para seus familiares e amigos.
Certamente, o seu bom coração ficará guardado em nós como uma tatuagem que não se apaga.
A missão dela não cessou, aqui na Terra ela cumpriu a contento o que cabia a ela, mas no Céu, inicia-se uma nova vida onde uma missão de paz ela levará aos que precisam.
Peço a todos que oremos pela nossa amiga e seus entes queridos.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Comemorando o Amor by Patricia Pinna

Um dia apenas é pouco demais para comemorar o amor
Vinte e quatro horas não são suficientes para celebrar
A riqueza que é na vida ter um ardoroso encontro a saudar
O que é amável,precioso, fascinante e sedutor
Tendo como esplendorosa fonte de brilho a gerar
A nascente de rio de palavras suaves e um abraço acolhedor
Beijos insaciáveis capazes de banirem toda a dor

sábado, 19 de julho de 2014

Dispositivos eletrônicos com níquel podem causar alergias


Os acabamentos de níquel com os quais são fabricados alguns dos dispositivos eletrônicos mais usados, como alguns tablets como o iPad, podem produzir alergias dermatológicas, segundo um relatório publicado nesta segunda-feira pela revista especializada "Pediatrics".

quinta-feira, 17 de julho de 2014

No compasso by J.R.Messias


Fui surpreendido, por obra e graça 
de um rebelde Serafim que, em mim,
sua seta foi lançada, deflagrando, incontinente,
este amor que em mim esteve, tanto tempo, ausente.
Meu coração, agora, trespassado, pela precisão sagrada deste amor,
percorre milhas como se fossem feitas de rimas, para afugentar,
qualquer forma de dor.
Brindo agora, ao expurgo dessa incerteza,
que nublava de medo meu firmamento
trago, também, o antídoto contra a torpeza
e tochas flamejantes para iluminar e findar todos os tormentos.
Exato na certeza dessa paixão, que hoje me encontro,
ergo pontes, túneis e viadutos, para esse amor poder alcançar,
e com ela poder bailar, seja na suavidade de um Wagner Tiso
ou na intensidade e swing de um João Donato.

J. R. Messias

Autor do espaço:
Solidariedade

Imagem: www.portalmusica.com.br

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Multidão escravizada by Cássia Torres


Voltando meus olhos para aquela multidão
Pude ver claramente o que os acorrentaram
Toda dor e o medo de viver, os dominaram
Pois suas vidas foram tiradas na destruição

domingo, 13 de julho de 2014

Amor Infinito... by Malu Silva





Digo-lhe que o amor é breve e nele derretem as imagens eternas.
Digo-lhe que ele não passa e, dentro de si, fenece, na dor do próprio amor que lhe dói.
Digo-lhe que o amor devasta seus sonhos e que lhe torna tristonho, nas noites em que tenta, desoladamente, sonhar. 
Digo-lhe que este amor não é amor... é apenas o vazio que deseja preencher no seu ser.
O amor que precisa está em si e leva-lhe, sorrateiramente, pelas veredas do mundo intocável, da beleza incalculável.
O amor que lhe pertence verte água fresca, brotando da semente de tudo aquilo que sente.

sábado, 12 de julho de 2014

Quando morrer... by Rosa Maria

                                                 
Vistam-me de poesia...espalhem as minhas cinzas num roseiral
Declamem poemas de amor...não me chorem...apenas sorriam
Na minha campa não me deixem flores...deixem só um olhar
Na lápide escrevam apenas..aqui jaz aquela que há muito partiu

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Heterotopias by Expedito Gonçalves Dias



Incomum, mesmo para mim que sinto;
insensato, diante do que aprendi,
indistinto e disparatado.

Este espelho mente a todo instante!
O que vejo inteiramente é uma farsa,
um desplante que não almejo...

Não posso me furtar à realidade.
Por que este medo me incomoda:
será tarde ou ainda é cedo?

Nessa imensa multidão sou uma ilha
que busca um equilíbrio no oceano:
uma trilha nesta selva injusta.

O meio será mesmo a mensagem?
E se eu quebrar então este espelho,
que vantagem posso ainda levar?

Sempre me enamorei dos mistérios.
Nos porões da mente jazem, intactos,
meus desidérios e paixões.

Minha mente comporta esses mundos.
O virtual se une ao da realidade,
profundo, utópico e visceral.

Ainda não quebrei este cristal,
pois creio que nele mora a verdade,
a aula triunfal e o recreio.

Mas o método que uso não funciona.
Isso que eu faço não interfere
nessa zona morta do espaço.

A mente me engana o tempo todo,
estou perto de ser tachado
de um engodo sem conserto!

Quisera ser até mais passional,
menos chinfrim, comum e desregrado.
Mas qual! - o espelho mente para mim!


Autor: Expedito Gonçalves Dias (Profex)
Escrito em Varginha em 26/10/2010, às 16:30 h
Autor do espaço www.blog do profex.com

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mudas Metáforas! by Patrícia Pinna

Nem sempre as metáforas verbalizam, soam
O que pretendo passar nas linhas da poesia
Elas são livres, independentes e voam
Em céus límpidos e donas de si, sem parceria

Percebo que a mim não pertencem, possuem vida
São emprestadas num generoso momento
Fértil da criação em várias mãos, não rejeito
Montam versos com significados compreendidos
E incompreendidos na diversidade da alma, aquecidos

Sorvo suas intenções de forma subserviente
É a minha digital de naturalidade proveniente
Vez em quando ofuscada em sua solidão
Lugar de encontro refletindo sobre a existência
Desfazendo-se os nós de preocupante tensão

Quero limpar a minha mente

Aliviar, tornar virgem a retina
Esvaziar a pretensão em surdina
De qualquer coisa desconexa e indiferente

Estou na teia presa da invisibilidade, amargor

Já passei da tenra idade, contudo, sinto nas palavras
O amor possuidor de linda habilidade, estradas
Acalentando meu próprio eu desertor!

                                                    Patrícia Pinna

                                           Redescobrindo a Alma 



segunda-feira, 7 de julho de 2014

Sede by J. R. Messias



Teu verbo, exato como toda a preamar,
traça limites delineados pelos signos
consanguíneos de um amor fluvial
que transpõe as margens de meu rio,
a inundar minhas margens e a encharcar
meu íntimo desejo, com tua fremente
e envolvente boa vontade amorosa,
disseminando pelo meu caminho, 
fontes  que brotam em minh'alma como olhos d'água,
para saciar a sagrada ansiedade que tenho de ti.



 J. R. Messias
 autor do espaço


Imagemigrejavirtualsemeandoapalavra.blogspot.com

sábado, 5 de julho de 2014

O Pai by Cássia Torres



Uma angústia vinda da dificuldade
Selou a tristeza em um coração
Mudando aos poucos a realidade
E a noção

Pobre Pai, não sabia o que pensar
Forte dor em seu caminhar, sentiu
Então, uma Luz ajudou-o a andar
Ele sorriu

Forte Pai, em sua coragem confiou
Fortalecendo em si, a sua criança
Seu coração alegremente disparou
E a esperança

O Pai guerreiro e Pai maravilhoso
Viveu o que em sua vida, mudou
Ele, com em seu coração bondoso
Descansou

Este Pai guerreiro vive alegremente
Respirando o Amor ao viver os dias
Junto ao seu coração que gentilmente
Chora alegrias

Por: +Sun Torres 
Blogs:

quarta-feira, 2 de julho de 2014

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