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Delicadamente abriu as janelas diante da manhã fria.
Não era primavera, mas podia ver as acácias rosas, enfeitando pérgulas alvas.
O sol dourava-lhe o corpo timidamente e tingia-lhe a alma tão fria quanto a própria manhã.
Porém, Marazade, era princesa dos seus imaginários castelos.
Ela era a voz e o coração que rabiscavam histórias.
Ela era a mulher que partia ao INFINITO para tecer aventuras para o seu Rei.
Malu Silva
Nota: Assim como Sherazade, princesa das mil e uma noite, nasceu Marazade, para tecer as histórias dos mil e um dias...
