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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Democracia,Liberdade E Seus Algozes



A liberdade de expressão, reunião, opinião e de escrita, foram conquistadas com o 25 de Abril. Muitos sacrificaram-se por essas conquistas fundamentais, alguns até com a sua própria vida.
Do sacrifício desses heróis estamos a usufruir, hoje, desses direitos fundamentais do Homem. Muitos não sabem o que era viver numa sociedade onde a arte a palavra e todas as formas de expressão,  fora das baias da “nomenclatura” do Estado Novo,  eram de imediato escrutinadas por uma máquina atenta e que se chamava  comissão de censura.
Porém a Democracia, tem as suas fraquezas, as suas fragilidades:  pois ela traz consigo as perversidades que constituem a sua razão de ser, enquanto dá o direito inalienável do Homem usufruir da liberdade plena, como cidadão de uma sociedade organizada e moderna.
Mas, infelizmente, nem tudo corre tão linearmente como seria de desejar nas sociedades democráticas.


È sabido que, cada vez há mais déficit no jogo da democracia. 

Os seus algozes sabem bem aproveitar-se, para usufruírem desse bem inestimável da liberdade, para usurpa-la e contabilizar dividendos  aos seus objectivos pessoais.
São grupos de pressão que vão impondo a todos, as suas regras, desvirtuando valores e abastardando conceitos morais, pondo no mesmo saco, as suas vivencias à margem de uma natural e saudável normalidade .
Temos de conviver com todos, com respeito pelas suas opções e maneiras de estar na vida – mas temos que ter presente que em democracia, a nossa liberdade termina, quando começa a dos outros.



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Docarmo - Julho 2012
Imagem:photonet