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Liana - Lisboa - Filipe la Féria

Liana 


"Chamo-me Liana.
Fui cuidadora de minha avó com Alzheimer e tivemos vários tipos de discriminação. Dediquei-me ao estudo do envelhecimento e sou mestranda de Política Social a fazer a tese nesta área, além de ser voluntária num lar de idosos.

Sou cantora de fado, por profissão. Acabo de lançar o meu novo videoclipe. Nesse clipe procuro usar a minha imagem para alertar para o enorme problema que é o envelhecimento com dependência, aqui em Portugal.

Gostaria por favor que vissem, comentassem e partilhassem nos vossos perfis sociais e entre os vossos amigos este videoclipe.

Obrigada e um grande abraço para os amigos do Brasil!
Liana"





FADO DA DESPEDIDA (Lisboa foi meu fado) - Filipe la Féria


Lisboa foi meu fado, minha vida


Meu grande amor, meu passado


Lisboa minha mãe tão querida

Lisboa minha alma meu pecado


Meu coração deixo à Madragoa

Meu olhar as águas do teu rio

Minhas mãos ás ruas de Lisboa

E a saudade a noite do Rossio

Minha boca vermelha, deixo à Graça

Meu cabelo negro, à Mouraria

Ao palco do teatro deixo a alma

As palmas, a dor, a fantasia

Os pregões matinais, levo comigo

As vozes das crianças de Lisboa,

Futuro deste povo tão antigo

Gaivota que no cais sempre voa


Lisboa foi meu fado, minha vida

Meu Tejo como o tempo corre

Minha Lisboa, mãe querida
O meu amor por ti nunca mais morre.



Assista o clipe no link abaixo:





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O Poema que não consegui escrever

Para Ti, o que podia ser um Poema
Para Ti e por Ti, tento ser poeta. Mas, nessa vã tentativa, tolamente só alcanço voar em asas infinitas,
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sorridente, calada e persistente.

Era para ser ao contrário dessa fumaça, que assoprada ou mesmo inalada se vai... Era para ser volátil como um passe despercebido de mágica. Era para ser apenas alguns segundos de choro, de lágrimas vazias de alegrias, preenchidas de vis solidões Era para ter sido, mas nunca foi, pois sempre é... Essa dor corrupta, invasora, que desdenha da minha confusão por não compreender, as razões da vida em impor ela em mim, como carrasca sorridente, calada e persistente. Era para ser uma nesga do que passou e dormiu no tempo, mas vejo que é meu presente: Resistente, crítico e decadente.

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬


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Infinitamente. 

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬