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Poema ao meu Filho by Hélder Gonçalves



Quando chegaste – meu filho,
alegria sentida - tu nos meus braços!
Olhei para ti - perfeito, vaidoso fiquei.
Orgulho de pai, sentimentos num trilho.
Da familía continuar e construir laços
De tanto amor que senti, então chorei.

Todos juntos a ti - a família em redor
A cresceres !– saudades desse tempo.
brincarmos na praia, momentos passaste
Os teus amigos, e o teu primeiro amor
Tuas lutas, ideais soltos como o vento!
Estudos ,conseguidos que granjeaste.

O teu casamento, a fotografia o evento.
O primeiro filho, logo o primeiro neto
Noites, também por ele não dormidas
Tuas, lutas travadas sem um lamento
Pai e homem que foste, sempre reto
Tua solidão, minhas angustias sofridas

Agora, olho para ti – cabelos brancos:
Revejo nossos momentos, fico pensando,
daquilo que desperdicei em não estar
mais tempo contigo, por tal lamentando,
o que já não me resta - para trás olhando,
não ter dito tantas vezes a palavra amar!


Hélder Gonçalves

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O Poema que não consegui escrever

Para Ti, o que podia ser um Poema
Para Ti e por Ti, tento ser poeta. Mas, nessa vã tentativa, tolamente só alcanço voar em asas infinitas,
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sorridente, calada e persistente.

Era para ser ao contrário dessa fumaça, que assoprada ou mesmo inalada se vai... Era para ser volátil como um passe despercebido de mágica. Era para ser apenas alguns segundos de choro, de lágrimas vazias de alegrias, preenchidas de vis solidões Era para ter sido, mas nunca foi, pois sempre é... Essa dor corrupta, invasora, que desdenha da minha confusão por não compreender, as razões da vida em impor ela em mim, como carrasca sorridente, calada e persistente. Era para ser uma nesga do que passou e dormiu no tempo, mas vejo que é meu presente: Resistente, crítico e decadente.

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬


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De Ti em mim sonhos... 
Infinitamente. 

Ronilda David in ‪#‎AQuânticadaestupidainteligência‬