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Música de fundo



terça-feira, 24 de setembro de 2013

A cibernética a frente da mente humana!

Acho muito interessante os estudos tecnológicos que o próprio ser humano anda desenvolvendo, quando em estudos feitos para a ciência ainda melhor, e isso está acontecendo, são vários esses estudos, só que a precipitação do andamento é que pega nós todos de surpresa. Sabemos que a ciência está a frente de muitas das experiencias feita em pro da Saúde humana, seja para uma melhor vida e ou pela melhor convivência. Porém esses cientistas denominados de PhD,  Doutores e Engenheiros genéticos, sabemos há muito tempo que são os verdadeiros Cientistas malucos como já dizia D. Hilda  minha mãe em décadas atrás. Daí ficamos nós aqui a pensar, será que isso realmente está acontecendo, será que os tempos que víamos aquela série, Perdidos no espaço, Viagem ao fundo do mar,  já chegou a nossa era atual. É bom ficarmos de olhos e termos muita atenção nessas observações feitas no século 21.


Já imaginou como será o dia em que as máquinas puderem ler seus pensamentos? Calma,
essa tecnologia ainda 
vai demorar um pouquinho para se tornar realidade. Mas pesquisadores da Universidade de Radboud deram um passo importante para a conquista dessa tecnologia: eles criaram uma técnica que permite ler o cérebro de uma determinada pessoa e descobrir em que a letra em que ela está pensando (depois de olhar para a tal letra escrita em um papel). Explicando melhor: com análises de ressonâncias magnéticas e um avançado modelo matemático, a equipe pôde reconstruir pensamentos com uma precisão nunca alcançada.
Em vez do uso “comum” das ressonâncias (em que se define qual parte do cérebro está ativada quando o sujeito pesquisado pensa ou faz alguma coisa), os cientistas analisam o cérebro em pequenos volumes de 2 milímetros cúbicos. Essas porções são chamadas de voxels. Ao assimilar voxels a pixels e alimentar o modelo matemático com essas informações, eles puderam reconstruir os pensamentos das cobaias humanas.
Na fase inicial do experimento, a imagem gerada era bem embaçada e difícil de interpretar. Porém, ao “ensinar” de antemão o formato das letras para o modelo matemático, o computador pôde comparar a imagem gerada com as arquivadas antes de dar seu veredito. E aí sim, os pensamentos foram reconstruídos com precisão.
Por exemplo: um sujeito olha para a letra K, os cientistas fazem a ressonância, o programa de computador gera uma imagem dos voxels associados a pixels, compara com os formatos de letra arquivados e declara: K.
O pesquisadores esperam que esse seja apenas o início das pesquisas nesse campo. No futuro, o objetivo é reconstruir pensamentos mais complexos como sonhos ou visualizações. E isso não está tão distante. Eles já estão animados com as melhoras para o próximo experimento: para ler as letras, os pesquisadores usaram uma máquina de ressonância magnética com capacidade de escanear 1200 voxels. Já a próxima máquina que poderão utilizar é capaz de ler 15000 voxels. A ideia é pular do reconhecimento de letras para o de rostos.
Fonte: super.abril.com.br
Imagem: Google meramente ilustrativa, e da assinatura Luiz Cidreira.